domingo, 19 de outubro de 2014

FOTOGRAFIA. PROMENADE URBANA.


https://www.flickr.com/photos/125519656@N08/sets/72157646528454014/






Foi um grande prazer fazer esse passeio pela Rua Senhor dos Passos, descendo até o Camelódromo e passando por tantas situações interessantes. Poder se dar conta de como o centro da cidade é vivo, ou segundo o Douglas Aguiar (que foi quem regou nossa cabeça com tantos conceitos interessantes sobre o passeio arquitetural e proporcionou esse momento), a "vitalidade" de alguns desses lugares.
Esse é o verdadeiro espaço democrático, o espaço onde as pessoas se apropriam das ruas e calçadas, utilizam os bancos de praça, os ambulantes encontram seus clientes fiéis do dia-dia. Os carros, nesta parte da cidade, estão em segundo plano, são quase intrusos. Somente os carros de serviço tem autonomia nesse lugar, eles param onde querem, sendo abraçados e protegidos pelos caminhantes. Esses caminhantes são o verdadeiro espaço, são espaço líquido e fluído, que escorre pelas veias dessa parte da cidade e que vai se dissipando até chegar a extremidade de seus domínios, que poderia ser o rio, mas acaba sendo o muro.



sábado, 11 de outubro de 2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

BANCO DE EMPILHAR






Projeto: Guilherme Zamboni Ferreira
Produzido por: Dirceu R. Ferreira
Local: São Sebastião do Caí, RS

MAIS ARQUITETURA E MENOS ARQUITETOS

O texto a seguir se trata de uma opinião pessoal sobre o Decreto nº 38314 de 20 de fevereiro de 2014, Rio de Janeiro.



https://klaustoon.files.wordpress.com/2013/04/klaus-kube-02-youre-so-kool-blog1.jpg



A noticia do Jornal O Globo por meio de sua página na internet (http://oglobo.globo.com/rio/decreto-obriga-novos-edificios-exibirem-nome-de-autor-do-projeto-12136015) “Decreto obriga novos edifícios a exibirem o nome de autor do projeto” foi muito comemorada no meio profissional como um fato que vai colaborar na qualidade do trabalho e também vai proteger a identidade da obra.
Na própria reportagem, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, justifica o decreto como uma “tentativa de valorizar o trabalho dos arquitetos, que muitas vezes tem seus projetos alterados pelas construtoras”. Seguindo o texto, o presidente nacional do IAB, Sérgio Magalhães, também comenta em favor do decreto: “a assinatura pode levar a um maior comprometimento com o trabalho, já que o nome do arquiteto ficará visível e será lembrado no futuro”.
A preocupação com a defesa da nossa profissão é uma causa justa, valorizar os profissionais e proteger o direto autoral também. Decretos que buscam estes objetivos podem ser bem intencionados, mas não resolvem o problema, pois os arquitetos, os clientes, os empreendedores e os políticos seguem sendo os mesmos.
A preocupação em manter e proteger uma minoria de arquiteturas notáveis é valida, mas transformar isso em regra, em um lugar onde a maioria é de arquitetura de baixa qualidade é generalizar o que deveria ser um caso especial, ou seja, é simplificar as coisas demais. Se entende que a luta pela defesa da profissão tenha que partir de certos pontos, e um deles é valorizar o profissional, mas talvez isso tenha que acontecer de outra forma.
Bem, se queremos que os edifícios perdurem por mais tempo, que se tornem um legado e façam parte da historia da cidade, talvez fosse muito melhor pensar em modelos mais flexíveis, que possam receber a diferentes usos ou possam ser facilmente adaptados, em lugar de uma arquitetura performática ou de aparência que tanto se prolifera, por exemplo. Achar que uma arquitetura autoral vá resolver ou melhorar nosso problema não parece ser o caminho para uma questão muito mais complexa.
A matéria também cita exemplos de edifícios art déco no Rio de Janeiro que eram assinados por seus arquitetos e toca em um ponto importante quando menciona que “os arquitetos tinham um compromisso com o morador, queriam impressionar o visitante e se orgulhavam de sua obra”, segundo um dos entrevistados.
A ideia de expor o nome do arquiteto pode acabar virando um tiro no pé, pois acaba colaborando com tentativa de impressionar e com egocentrismo que são características que podemos identificar atualmente na arquitetura e também nos arquitetos, se tentamos outro ponto de vista. Então, esse decreto pode acabar servindo de pretexto para expor um grande problema de difícil solução dentro da profissão e consequentemente da cidade. A busca pelo sucesso e fama a qualquer custo, e para isso a autopromoção refletida em arquitetura de imagem para consumo fácil.
Talvez isso tenha a ver com alguns costumes cotidianos que acabamos levando para a nossa profissão, um deles é olhar para um nome ou uma marca de um produto, para depois julgar sua qualidade. Claro que alguns desses nomes ou marcas têm uma reputação e uma história de bons serviços prestados, mas isso não garante que sempre será assim, quer dizer, nosso gosto acaba sendo condicionado por um nome ou marca. E isso pode ser mal interpretado por alguns e levar-nos a esse caminho, ou seja, a transformação da arquitetura em bem de consumo, ou em outras palavras, em quase um produto de prateleira, onde as marcas mais importantes tem melhor posição na prateleira e maior exposição, tornando-se objeto de desejo dos consumidores.

Então, essa solução parece muito mais importante para satisfazer o ego de nossos profissionais do que para defender ou valorizar a profissão. Parece ingênuo pensar que uma placa ou uma impressão na fachada de um edifício com o nome do autor do projeto vá proteger a obra de ser futuramente alvo de especulação imobiliária. Também não parece que o argumento de maior comprometimento do arquiteto seja válido, pois os bons arquitetos já possuem esse comprometimento desde sua formação, não sendo necessário seu nome gravado para que ele tenha toda a dedicação e empenho com o trabalho realizado e seu compromisso social com a cidade.


segunda-feira, 21 de julho de 2014

GAVETEIRO TRIÂNGULO








Projeto: Guilherme Zamboni Ferreira
Produzido por: Dirceu R. Ferreira
Local: São Sebastião do Caí, RS

segunda-feira, 21 de abril de 2014

CONCURSO NACIONAL DE ESTUDOS PRELIMINARES PARA A REQUALIFICAÇÃO URBANÍSTICA DO CENTRO HISTÓRICO DE SÃO JOSÉ / SC


Autores: Jovana Stojkovic / Vesna Trbic / Guilherme Zamboni Ferreira

Colaboradores: Sanja Lazin / Ivana Paunovic / Goran Rebic

Data: 25/03/2014

Nova Orla


Diagrama - Nova Praça Centro Histórico


Axonometria Proposta Geral


A cidade de São José tem mais de 250 anos de história com um importante patrimônio que se deve preservar. Os imigrantes que se instalaram na cidade contribuíram muito para o desenvolvimento econômico e social da cidade e para a formação do município como importante centro de distribuição de produtos. Neste período, a cidade possuía um centro conectado ao mar, já que esse era uma importante via de transporte de mercadorias para a capital. Além do transporte hidroviário, o centro da possuía uma vida comunitária muito ativa em seus espaços de convivência. Infelizmente, aos poucos, o centro foi perdendo a vitalidade e não teve o tratamento merecido.
Por tanto, a ideia principal de nossa proposta é manter as características importantes de um centro histórico importante como o de São José e adequá-lo a um contexto contemporâneo. Preservar as estruturas significativas existentes e adaptá-las aos novos tempos. Também se pretende entender as funções e atividades do antigo centro e reinterpretá-las sob nova perspectiva. Ou seja: entender como era a cidade em sua época mais próspera e criar espaços que possam destacar esses valores, além de propor novos usos.



Nova Praça - Centro Histórico













































Proposta de Iluminação




Para conseguir isso foi necessário propor algumas novas estruturas que buscam valorizar e dialogar com o patrimônio histórico, formando uma nova identidade para o centro da cidade. Todo este processo foi acompanhado pelos objetivos de manter a funcionalidade e a flexibilidade, com o fim de criar um espaço urbano agradável e na escala de uma cidade em processo de desenvolvimento.
Neste sentido, o reabilitado centro histórico de são José se apresenta através dos seguintes objetivos:

1.     Reconstrução da Identidade do Centro Histórico

A cidade está se transformando constantemente. É necessário respeitar sua historia e se possível, contribuir para um legado futuro, onde o patrimônio forma uma rica herança a todos seus habitantes.
Para alcançar este objetivo se propõe as seguintes intervenções:

            - Preservação e Valorização das Estruturas Pré-existentes

Na área em questão se pode encontrar algumas igrejas e muitos edifícios do século 19 e do princípio do século 20. Todos eles devem permanecer e seguir contando a história da cidade. Para destacar seu valor é necessário ter uma estrutura urbana adequada. Desta maneira, em frente à igreja Matriz de São José foi criado um grande espaço vazio, destacando o caráter cívico do local, próprio para atividades coletivas e cerimônias religiosas.
Em frente ao casarão da família Gerlach, Casa de Câmara e Cadeia e do Teatro Municipal Adolfo Mello  a calçada foi aumentada com o novo mobiliário urbano proposto e assim formando um espaço para atividades cotidianas e também comunitárias como feiras ou exposições ao ar livre. O edifício Solar dos Ferreira de Mello abriga a função de biblioteca internamente e faz frente com a nova praça e anfiteatro formado pela escadaria de madeira da infraestrutura que envolve ao ex-edifício da câmara.
Para os edifícios ao longo dos trechos 1 e 2, nova pavimentação, ciclovias, novo mobiliário urbano e calçadas mais confortáveis destacam o valor das construções antigas.
Além dos edifícios, o centro histórico conta com natureza intensa para compor seu ambiente, e assim deve permanecer. Portanto, a vegetação nativa da orla marinha foi preservada, assim como as pedras e a areia existentes. A vegetação existente na Praça Hercílio Luz foi transplantada para o parque Beco da Carioca, que tem como objetivo preservar 100% da mata nativa.
Nesse parque foi criada uma passarela de madeira que percorre um trajeto sinuoso entre as arvores que tem como objetivo proporcionar um contato maior com a natureza, além de gerar novos pontos de vista do centro histórico e ao mar.
































Axonometria Trecho 1
















   
         - Re-uso

Além dos edifícios existentes temos como objetivo manter e melhorar todas as estruturas que possam colaborar com o aumento qualitativo do centro. Portanto, o edifício do Centro de Saúde se transforma em Hotel, melhorando as condições para o turismo. O Ginásio é convertido em Estacionamento Náutico e faz parte da Marina Municipal que também foi criada em mesmo local. Já o edifício da Câmara se transforma em ponto turístico e atende a demanda com bares e restaurantes. Sobre o edifício se projeta uma infraestrutura que eleva os visitantes a um mirante panorâmico, onde se pode visualizar a capital Florianópolis e também o Centro Histórico.
Essa infraestrutura formada por três rampas, em diferentes níveis, que acabam formando a praça elevada com vista para o mar, que geram uma superfície ativa capaz de propor novos usos a partir da interpretação do espaço por seus usuários e uma nova relação edifício-terreno, pois é um híbrido entre arquitetura, espaço público e paisagem.

         - Introdução de novas estruturas e usos

Em torno da Praça Arnoldo de Souza se propõe a demolição de algumas de algumas casas e a construção de edifícios de dois andares para o comercio local. O mesmo se propõe na Rua Xavier Câmara 98, junto à Praça Hercílio Luz.
Abaixo das rampas que levam ao mirante se propõe um espaço de uso flexível, que possa abrigar um estacionamento para 40 carros, mercado, feira, centro de exposições, espaço para shows coberto, esportes ou outros eventos comunitários.
Dentro do Parque Beco da Carioca foram criados banheiros, quiosques para pequenos comércios e alimentação, além de um pavilhão de eventos que pode receber espetáculos de dança, teatro, shows ou festas que se aproveita da topografia para ampliar seu espaço dependendo do tipo de uso e da quantidade de público.

          - Restauração das antigas atividades

Como a maioria da Praça Arnoldo de Souza antes estava ocupado por um campo de futebol, a intenção é resgatar o espírito de lugar de recreação que este espaço público possui. E como boa parte da área foi ocupada pelo então Edifício da Câmara, se perdeu essa vocação, que agora devolvemos à população em forma de praça elevada e mirante.  Também a orla marítima passou a ser mais valorizada, e ganhou área de recreação, com zonas de areia, zonas verdes, áreas de pesca, área para banho em águas mais profundas e limpas, playgrounds para as crianças, aparelhos de ginástica, área para esportes náuticos, etc.

         - Preservação de memória

Para manter o espírito da cidade é importante não esquecer seus antigos valores. Por exemplo, a pavimentação que antes era de paralelepípedo foi recuperada para as ruas do entorno das praças, o que proporciona uma maior capacidade de absorção de água pelo solo, diminui a velocidade dos automóveis e resgata a memória do antigo centro. Outro ponto importante da pavimentação diz respeito ao antigo desenho da Praça Hercílio Luz que está gravado no chão deste espaço como uma tatuagem urbana que lembra como foi seu antigo desenho e mantem viva a memória de seus antepassados.
Também é importante manter os monumentos que foram relocados e agora aparecem em destaque em um ambiente vazio. Para o mobiliário urbano se propõe novo desenho, mas se respeita os antigos usos e costumes locais como, por exemplo, as mesas de jogos abaixo das árvores.







Reurbanização































2.     Flexibilidade e Funcionalidade

O projeto de renovação do Centro Histórico de São José pretende ter todos os espaços muito funcionais e flexíveis. Ambas as praças podem abrigar usos diversos e são muito adaptáveis a inúmeras formas de apropriação do espaço publico.
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3.     Priorização dos pedestres e melhoramento da estrutura viária

Para ajustar o Centro Histórico ao uso dos pedestres foi necessário fazer algumas mudanças na atual estrutura urbana. A parte da Rua Coletor Irineu Comeli que passa em frente ao Teatro agora está integra à Praça Hercílio Luz e forma um passeio público  tipo “calçadão” servido por novo mobiliário urbano e espaços sombreados que valorizam os importantes edifícios públicos que formam parte da praça.
Do outro lado da avenida, junto a Praça Arnoldo de Souza, a Rua Coletor Irineu Comeli passa a formar um espaço misto entre pedestres, ciclistas e automóveis de pequeno porte, todos ao mesmo nível, e que podem ter acesso controlado por balizas móveis dependendo do tipo de evento que acontece na praça ou abaixo das rampas. O mesmo acontece do lado oposto da praça, na também Rua Coletor Irineu Comeli que agora é uma nova rua, pois não se conecta mais aos dois lados da praça.
A Rua Gaspar Neves, que divide as duas praças e alimenta a rede de transporte público, formando a artéria principal de ligação entre o Centro Histórico e a cidade troca de pavimento, passando de asfalto para paralelepípedo quando atravessa o espaço público, que força a diminuição da velocidade do tráfego, subindo ao nível da calçada, sendo separada apenas por balizas, a rua se transforma em praça e propõe nova relação entre carros e pessoas.
No restante da Rua Getúlio Vargas e Rua Doutor Homero de Miranda, a largura da via diminui, fator que também obriga a redução da velocidade dos veículos. Com essa operação, aparece espaço para uma ciclovia e também para uma calçada mais larga e dentro das normas de acessibilidade.


4.     Escala urbana x Escala Humana

O projeto em si mesmo, se insere na cidade em escala urbana, assim como suas praças, infraestruturas e orla. O que se buscou como algumas operações, como a construção das rampas que levam ao mirante é encontrar uma escala mais adequada ao local, uma escala que entre em harmonia com a altura dos edifícios que conformam as praças e que pedem um espaço um pouco mais comprimido, gerando uma escala mais confortável e humana ao espaço. Esse mesma infraestrutura que gera um espaço multiuso também proporciona as ruas que conectam as praças ao mar, uma largura mais humana, e que aproxima as pessoas aos edifícios que estão construídos junto à calçada e assim resgatando o espírito das ruas estreitas das vilas portuguesas do início do século 19 que se formaram na região.
A escala humana é uma busca constante de nossa proposta, e ela está representada por todas as partes, seja na largura das ruas, seja na microtopografia dos platôs de madeira que estão distribuídos pelas praças e outras partes da área de intervenção ou das escadarias que formam espaços próprios para sentar-se e geram anfiteatros em diferentes níveis, assim como a própria rampa que também se transforma em bancos durante o trajeto de subida ao mirante.

5.      Estacionamentos

A questão dos estacionamentos foi tratada com o cuidado que merece uma cidade que ainda não dispõe de opções de transporte publico que possa atender ao turismo e população local com a qualidade. Acreditamos que todas as ruas no entorno do Centro Histórico podem funcionar como espaço para estacionar e também propomos um estacionamento coberto que é multiuso, entendemos que a convivência entre carros e pessoas é necessária no momento, e que uma estrutura urbana flexível seja possível, então,  optamos em dar prioridade à qualidade do espaço e circulação de pessoas, sem esquecer que os carros são necessários. O que propomos é uma zona mista entre carros, pedestres e bicicleta em uma parte da Rua Coletor Irineu Comeli, como já foi mencionado anteriormente, além de  vagas de estacionamento / ponto de taxi com uma posição central dentro do complexo, junto à avenida e à paradas de ônibus, priorizando os transportes coletivos e beneficiando aos taxistas locais.



Axonometria - Parque Beco da Carioca


Corte - Parque Beco da Carioca


Corte - Parque Beco da Carioca


Fotomontagem - Acesso Parque Beco da Carioca


Fotomontagem - Passarela/Pavilhão Parque Beco da Carioca


6.      Ciclovias

Com a diminuição da caixa de rua nos trechos 1 e 2 conseguimos formar uma malha ciclo-viária que conecta o trecho 2, passando pelo complexo do Centro Histórico , trecho 1 e se conecta à ciclovia existente na Avenida Beira-Mar, e assim possibilitando segurança aos ciclistas.

7.      Materiais

A escolha dos materiais das intervenções tem como objetivo a sustentabilidade, o conforto e a leveza, sendo assim todas as instalações, como por exemplo, a rampa que cobre o edifício da Câmara, está projetada com estrutura metálica para os pilares e vigas e madeira de reflorestamento para piso e fechamentos (brises) que contribui para o caráter efêmero da intervenção. Este tipo de material também colabora para a rapidez e limpeza para execução, sendo assim, de baixo impacto e alto resultado. Todos os materiais escolhidos são encontrados na região, o que também colabora com a natureza e gera economia de obra e fortalece a indústria local.



8.      Mobiliário Urbano

A proposta de mobiliário começa pela escolha dos materiais. Buscamos nos inserir no contexto urbano de São José de forma pontual e que possa ser facilmente adaptada à realidade atual, sem exigir grandes custos para sua instalação. Primeiramente, a madeira, que é o material que proporciona o conforto desejado para sentar-se ou para quando se quer encontrar um local de descanso. Por ser um material de pouca capacidade para absorver as temperaturas externas, mostrou-se o mais adequado aos objetivos propostos.
Junto à madeira, colocamos o metal, que nos dá a resistência, flexibilidade e leveza. Com esses dois elementos,  formamos um catálogo de mobiliário modular que foi distribuído por toda área de intervenção e que combinados, geram diferentes ambientes e muitas vezes possibilitam formas de interpretação de uso variadas, assim gerando diferentes apropriações destes espaços ou mobílias.



Nova Infraestrutura Passarela-Mercado-Mirante
































Da mesma maneira que as rampas, passarelas e outras intervenções de maior porte, o mobiliário, principalmente os bancos e deques, buscam uma relação de continuidade e conexão com o solo. Sempre fazendo questão de formar uma relação ambígua entre o espaço de caminhar e o espaço de sentar. Essa relação gerada em diferentes escalas do projeto gera liberdade de uso e facilita a acessibilidade por todas as partes.








quarta-feira, 16 de abril de 2014

CASA M - SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ, RS


Ante-Projeto de unidade habitacional para atender ao programa de necessidades de uma família na cidade de São Sebastião do Caí com área de 300,00m². 


Localização
















Fotos do local











Planta Térreo



















Planta Superior



















Estudo volumétrico












































Axonometrias







































Fotomontagem